sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Homesick - porque eu morro de saudades - Como sair da homesick em 5 dicas



Todo dia.
Lá no fundo dói bastante, sabe. Dói quando vejo fotos do Rio de Janeiro. E quando ligo pra alguém da minha familia e chega a hora em que preciso desligar o telefone. Estar tão longe, não poder ver, nem abraçar, nem beijar. Outro dia li o texto de uma moça que dizia uma frase assim: "Eu respiro, respiro, mas não tem ar suficiente no mundo que preencha meus pulmões."
Sinto a falta da minha cidade todos os dias. Cada foto que vejo do mar, cada bossa nova que escuto, cada samba, cada dia das m
ães,dos pais, cada aniversário, natal, ano novo, dia das crianças. Cada conquista, cada bobeira, cada novidade, cada fofoca, cada gargalhada, cada choro me faz pensar: como eu queria estar perto da minha familia carioca.
Coisas boas aconteceram comigo na América, ainda vou compartilhar isso com vocês num próximo post. Agora, vou cumprir o meu papel de ex-au pair-amiga-irmã-parceira que consegue tirar, do fundo da dor e do coração (oi, cafona!), dicas pra ajudar na hora do perrengue. Vamos la.
Como vencer a homesick? vai ai 5 dicas:

1 - Saia de casa.  Encontre uma rotina que você se identifique no momento pós-trabalho. Tente comparecer diariamente naquele bar com um staff gente boa, a uma livraria, a um parque onde rolem uns bancos confortaveis, a aula de dança ou qualquer outra coisa que te conceda conforto e diversão depois do expediente. 
2 - Explore sua cidade, seja aberta para novas amizades.
3 - Essa eu sei que é dificil, mas tente abandonar a dependência emocional dos outros brasileiros. Dar um telefonema praquela au pair européia que acabou de chegar na sua area pode te garantir não somente uma amigona, como alguém que pode te ensinar francês/alemão/italiano/espanhol/whatever e ainda te garantir uma casa gratuita pra passar férias no verão europeu maaaaaravilhoso curtindo "bons drink". #luisamarilacfeeling
4 - Chore, mas nunca no telefone pros seus pais. Evite preocupações finjindo pra eles que esta tudo bem.  Depois, chore no telefone com alguma outra au pair. Mas lembre-se, o choro pode durar uma noite, mas a alegria tem obrigação de dar as caras no dia seguinte.
5 - Experimente. Essa é a proposta. Novas comidas, nova rotina, nova cultura, novos amigos, novos projetos, novas viagens, novos amores. 
Ta sozinha, ta sem onda, ta com medo? Escreve pra mim em brunnahf@gmail.com
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